sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

COMPETÊNCIA NA ARQUITETURA







O arquiteto tem que identificar as condições essenciais para a compor  um projeto arquitetônico. Organizando os espaços, estabelecendo uma modulação entre eles e na relação direta com a utilização. Desenvolver o projeto arquitetônico com relação ao espaço ambiental, desenvolvendo a relação interior/exterior, bem como do projeto com o todo. Organizando assim os espaços com fundamentação na modulação.

O resultado desta análise deve ser passado ao projeto de maneira que tenha uma solução harmoniosa tanto na modulação, na forma utilizada, como no visual do produto final.
Hoje a tarefa do arquiteto é se concentrar na prioridade da recuperação da qualidade de vida urbana, as questões relacionadas à superpopulação urbana, escassez dos recursos naturais, poluição ambiental, exclusão social, falta de infra-estrutura urbana e outros problemas que vêm deteriorando o ambiente urbano e as relações humanas, participar, intervir e contribuir, retomando o controle das mudanças e do desenvolvimento  dos espaços urbanos.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

PRÉ-MOLDADOS

Projetos em estrutura pré-moldados de concreto



Edificios Comerciais em pré-moldados de concreto
cliente: FBV Participações Ltda.
Prédio 01 Av. Arthur C. Filho
Prédio 2 Calçadão Pça Diógenes R. Lima
Caraguatatuba SP

Durante muito tempo este sistema construtivo foi vítima de preconceitos, alguns arquitetos viam-no como um inibidor da criatividade e acreditava-se que era restrito às obras industriais ou grandes galpões para depositos.
Hoje observa-se outro tipo de comportamento entre os profissionais da arquitetura, onde vemos as estruturas pré-fabricadas estarem presentes na maioria das obras.
No Brasil, o arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, foi um dos percursores na utilização concreto pré-moldado na arquitetura, Projetou na decada de 60 (1960 a 1962) o prédio de apartamentos para os Professores da UNB - Brasilia, ele desenvolveu neste projeto todo o sistema construtivo , fundações, pilares, vigas, lajes e paineis em pré-moldados de concreto.
Depois disso, este prédio se tornou referência para alunos e arquitetos na utilização desta tecnologia.
A utilização de estruturas em pré-moldados de concreto para a execução de edificações modificou toda maneira de pensar o processo , a começar pela maneira de projetar



domingo, 20 de dezembro de 2009

VERTICALIZAÇÃO



Participei da primeira audiência pública para apresentar o diagnóstico da cidade elaborado pelos técnicos da Secretaria de Planejamento Urbano realizada no Sesc.
O objetivo maior da audiência pública seria debater o futuro da cidade de São José dos Campos , com relação ao uso e ocupação do solo, onde o tema principal girou em torno das propostas de verticalização da cidade, principalmente nas áreas centrais e diversos bairros
O tema verticalização é muito polemico, alvo principal deste debate, deveria ser discutido já, há muito tempo.
Como cidadão quero ver preservada a qualidade de vida da cidade que escolhi viver e não posso ficar indiferente ao crescimento da cidade e como arquiteto tenho que ajudar no encontro de soluções para que este crescimento não aconteça desordenadamente e que não fiquemos a tratar a questão urbanística de maneira a analizar apenas questões isoladas.
Alguns participantes se mostraram contrario a verticalização de maneira acalorada, defendendo apenas seu bairro ou o entorno de sua propriedade, outros de maneira lucida mostraram a necessidade da verticalização, a quantidade de empregos que as construtoras geram na cidade; Apenas ouvi todas as explanações dos tecnicos da Secretaria e também todas as colocações dos municipes inscritos, para ser sincero sai na duvida sem saber direito depois de ouvir muitas sugestões quem estava certo.
Temos pela frente o seguinte:
Conseguir que São José dos Campos tenha um desenvolvimento ordenado para que tenhamos qualidade de vida no futuro.
Que seja aplicado na cidade após a revisão da Lei de Zoneamento um ordenamento e direcionamento da expansão urbana, um gabarito de construção para cada zona.
A criação de cinturões proximos as divisas da cidade na direção da zona leste, para a construções de espigões.
E continuar com a politica de conservação e proteção de áreas de interesse ambiental, das áreas de interesse ambiental, histórico, e cultural.

CONE DE APROXIMAÇÃO


POR QUE MEU PROJETO COM 6,00 METROS DE ALTURA PRECISA SER APROVADO NO COMAR?
SE O LIMITE É DE 74,00 METROS!

A SECRETARIA DE PLANEJAMENTO NÃO TINHA CONHECIMENTO DO SISTEMA DE SEGURANÇA DE VOÔ.
PARECE BRINCADEIRA! NA CIDADE QUE MAIS DESENVOLVE TECNOLOGIA AERONÁUTICA OS TECNICOS DA PREFEITURA NÃO SABIAM


Abaixo trechos editados no site
http://www.vejosaojose.com.br/laudofalsodocomar.htm,

Tivemos acesso ao ofício 137/SPU/09, de 22 de julho de 2009, assinado pelo então Secretário Municipal de Planejamento, dirigido a 11ª Promotoria de São José dos Campos:

“Em resposta ao ofício estamos encaminhando cópia, na integra, do processo administrativo 9385-0/2009, aberto especialmente para acompanhar o desenrolar dos fatos e a atividade fiscalizatória empreendida, referente ao edifício erigido na av. São João, nº 500, nomeado de Esplanada Life Clube

Abaixo seguem narrados os principais fatos,

O empreendimento foi aprovado em nome da Construtora Helbor, com sede em São Paulo. Para assuntos locais os contatos são realizados com representantes da Construtora Oliveira Roxo.

O projeto substitutivo (de 80,00 metros para 79,40 m) para aprovação do Esplanada Life Clube se deu em 31/11/2006. Nessa ocasião, o município desconhecia a existência do sistema de segurança de vôo – ALS – implantado na área do CTA e, por isso, quando da aprovação do empreendimento, louvou-se, tão só, do Plano Específico de Vôos, para conferência da questão de navegação aérea.

Em 24/08/2007 os edifícios não estavam erigidos, conforme pode ser lido no documento juntado às fls 564, quando foi a empresa notificada a apresentar a autorização do IV COMAR (fls 563).

Em 17/09/2007 foi apresentado diretamente na Secretaria de Planejamento, por representante da Construtora Oliveira Roxo, o parecer de fls 02, favorável ao empreendimento à altura de 79,40m.

O documento foi aceito no âmbito administrativo como hábil a produzir os efeitos para o qual se destinava, até que em julho de 2008 o município foi comunicado pelo IV COMAR do indeferimento do pedido formulado pelo empreendedor posto que o conjunto residencial estava localizado na área de proteção do ALS do Plano Específico da Zona de Proteção do Aeródromo de São José dos Campos, violando o gabarito em 4,23m.

BOM TIREM SUAS CONCLUSÕES

SO TENHO CERTEZA QUE MEUS CLIENTES NÃO ENTENDEM O POR QUE SEUS PROJETOS TÉRREOS OU MESMO COM 02 PAVIMENTOS ESTÃO PARADOS E SEM APROVAÇÃO NA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO URBANO DE SÃO JOSÉ DO CAMPOS.

SERÁ POR CONTA DOS VÔOS RASANTES

Rasante - adj. Que não se eleva a altura superior à do alvo: tiro rasante. / Diz-se do vôo de um avião, quando praticado a baixa altura, muito próximo do solo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

SOBRE AS PEDRAS

RESIDÊNCIA SOBRE AS PEDRAS - ILHA BELA - SP 2008

Um espaço para a família conciliar Arquitetura e natureza, projetada de maneira a proporcionar uma visão geral da paisagem, a forma da residência é consequência do exterior com seu terreno em declive, das pedras, dos coqueiros , da vista da serra do mar e da vista do canal de entrada para o porto de São Sebastião.
Aproveitei ao máximo a topografia, sem alterar nada , sem deslocar uma arvore, uma palmeira , coqueiro ou qualquer pedra, colocando assim a residência apoiada sobre pilotis, dando uma maior leveza ao conjunto para com isto manter a forma natural do terreno por baixo do piso.

Vista do canal

terça-feira, 28 de julho de 2009

PAI


Nasceu em Belmonte, sul da Bahia , e desde criança era apaixonado por obras e serrarias. Filho de um médico, com 13 anos ele começou a fazer presépios de Natal para os vizinhos usando caixas de seringa do pai, feitas de papelão. Mais tarde, tomou aulas de desenho com um professor particular e, aos dezoito anos, foi para São Paulo, trabalhar como desenhista numa construtora.

Dois anos depois abriu firma própria no Rio de Janeiro para construção de maquetes. Da oficina de Zanine saíam os protótipos de projetos assinados por nomes como Lúcio Costa, Oswaldo Arthur Bratke e Oscar Niemeyer. Não havia respaldo melhor para dar os primeiros passos e conceber as próprias criações.

Em 1948, em São José dos Campos, SP, uma sociedade entre Zanine, Sebastião Henrique da Cunha Pontes, Paulo Mello e Hellmuth Schicker gerou a "Zanine, Pontes e Cia. Ltda", mais conhecida como "Móveis Artísticos Z", que produziu móveis por 12 anos para a classe média. O desenho dos móveis era assinado por Zanine, com forte influência modernista.

Nos anos 60, a convite de Darcy Ribeiro, integrou o corpo docente da Universidade de Brasília (UnB). Mesmo sem diploma, Zanine se tornou professor de maquete e, para obter o título, começou a investir no mestrado. Como criador empenhado em integrar seus projetos à topografia natural dos terrenos — nunca aterrou ou alterou solos para receber suas casas —, apostou no cerrado do Planalto Central como palco de projetos paisagísticos. Com o golpe militar de 1964 perdeu o cargo, tendo sido reintegrado apenas em 1989, sem voltar a dar aulas.

Perseguido, Zanine chegou a se asilar na embaixada da Iugoslávia, mas no último momento decidiu não viajar para aquele país. Reapareceu ao final dos anos 60. Estabeleceu-se no Rio de Janeiro onde construiu dezenas de casas no bairro de Joatinga, , um local de geografia privilegiada, situado entre Sâo Conrado e a Barra da Tijuca. Realizou alì uma arquitetura ao mesmo tempo colonial e moderna, cuja escolha de material privilegiava a preservação do meio ambiente e enfatizava o conceito de autoconstrução.

Durante muitos anos, Zanine foi o centro de uma polèmica que tentou impedi-lo de construir por nâo ser um profissional diplomado. Chegou a ser impedido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) de levar adiante a construção de alguns projetos. Mas o domínio da técnica e dos materiais era maior que as picuinhas da classe e Zanine acabou sendo reconhecido como arquiteto honoris causa.

Nos anos 70, ao se estabelecer em Nova Viçosa em sua comunidade “proto-ecológica”, reassume sua ligação com as técnicas caboclas e reinterpreta as tradições artesanais regionais.

Em 1980, fundou o Centro de Desenvolvimento das Aplicações da Madeira (DAM), um núcleo de estímulo à pesquisa sobre o uso das madeiras brasileiras na construção civil. Seu principal objetivo era evitar a crescente destruição das florestas no país.

No final da década de 80, seu trabalho foi exposto no Museu do Louvre, em Paris, trazendo-lhe o reconhecimento internacional. No mesmo período, deu aulas na escola de arquitetura de Grenoble.

Zanine morreu de enfarte,aos 82 anos. Já vinha sofrendo de hidrocefalia e apresentava diversas dificuldades de comunicação e raciocínio. Casado por seis vezes, deixou cinco filhos

Tom Jobim costumava dizer que o melhor lugar do mundo para se morar era uma casa de Zanine. O músico só aceitava dar entrevistas para a tevê se o cenário fosse um projeto do arquiteto. Misto de operário, escultor, maquetista, paisagista, artesão, inventor, político e observador, o baiano José Zanine Caldas realizou mais de 600 projetos. Mas o ‘‘mago da madeira’’, como gostava de ser chamado, morreu de infarto em 2001, aos 82 anos, no Espírito Santo, pobre, sem casa própria e tendo a pensão da Universidade de Brasília como único meio de sobrevivência. Fim curioso para quem teve reconhecimento internacional e fez exposições em vários museus do mundo. Em 1989, o Museu do Louvre, em Paris, abrigou uma mostra com maquetes, móveis e fotos das casas construídas por ele. Durante 40 dias, seus trabalhos foram mais visitados do que as obras de Picasso que estavam na sala ao lado. De lá, Zanine voltou com a medalha de prata do Colégio de Arquitetos da França, a mais alta representação da classe. Mérito de quem abandonou os estudos ainda no ginásio para se tornar desenhista de uma construtora em São Paulo. Desconhecido da maioria dos brasileiros por não ter assinado grandes projetos públicos, a melhor maneira de sentir o trabalho de Zanine é morando em uma de suas casas ou sendo amigo de quem tem uma delas. Nesse círculo restrito de pessoas, ele é cultuado como um gênio em seu ofício. A obra de Zanine é simples, elegante e ousada. Quem vive em uma casa projetada por ele habita espaços amplos, onde a luz natural é privilegiada e a integração com a natureza, muito grande. Ao contrário da maioria dos arquitetos, ele nunca mexeu na topografia natural dos terrenos num empenho de integrar ao máximo a construção à natureza. Por isso, uma sala podia conter uma rocha imensa que já fazia parte do local e uma árvore centenária por vezes atravessava uma varanda. ‘‘Na verdade, não há nas minhas obras, sejam casas ou móveis ou objetos místicos, outra intenção que não seja a de abrigar e refletir a natureza humana e não-humana do Brasil’’, dizia Zanine. Tudo que aprendeu foi no contato pessoal com artesãos e arquitetos. Autodidata, só freqüentou a universidade em Brasília como professor. Filho de um médico, com 13 anos fazia presépios de Natal para os vizinhos usando caixas de seringa confeccionadas com papelão. Grandes amigos, o arquiteto e designer Sérgio Rodrigues sempre foi admirador de seu trabalho. ‘‘Zanine tinha genialidade técnica e plástica. Descobriu por conta própria a arquitetura de verdade’’, disse o criador da famosa poltrona Mole. Às margens do Paranoá Quando o carioca Márcio Oberlaender decidiu construir sua casa, em meados dos anos 80, procurou Zanine para executar o projeto. Na época, Márcio vendia arte popular numa loja no final da Asa Sul e já conhecia o trabalho do baiano. A casa de dois andares é octavada — como se fossem dois quadrados superpostos — e lembra os templos chineses. No interior, uma das estantes foi desenhada pelo arquiteto enquanto via uma novela na televisão. Ali, madeira, vidro e pedra formam uma composição espetacular, acentuada pela vista do lago e um maravilhoso pôr-do-sol.
Nada de palpites Em pleno Lago Sul, a carioca Thaís Lombardi mora, há 25 anos, em uma típica casa de fazenda. Para construí-la foram necessários 16 caminhões de madeira vinda do Pará. Os troncos de ipê, tabaco e aroeira estão no piso, no telhado, nas portas e janelas e nas vigas de sustentação do imóvel. Quando foi visitar a moradora, com a casa já pronta e mobiliada, Zanine adorou a pintura das paredes, os móveis, a decoração e os detalhes. Thaís conta que, quando o arquiteto não gostava de alguma coisa, mandava tirar sem cerimônia. Apaixonado e temperamental, chegou a desistir de alguns projetos por causa dos palpites dos clientes. ‘‘Quando a pessoa começava a mudar muito o que ele queria, amassava o projeto e jogava tudo fora’’, lembra Thaís.
Acervo pessoal Zanine buscava equilíbrio entre o homem e a natureza que o cerca. Defendia a matéria bruta, sobretudo a madeira, como no banco Namoradeira (feito de um tronco de juerana de quase dois metros de diâmetro). Os móveis, ditos pesados, são de troncos únicos, raízes de árvores brasileiras e até pele de animais, como o Banco Pele de Boi. A empresária Vera Brant tem 47 peças de mobiliário projetadas por Zanine, que sempre que vinha a Brasília se hospedava na casa dela. A obra-prima No alto de uma colina, a casa da artista plástica Betty Bettiol é um dos grandes projetos do arquiteto na capital (são pelo menos dez casas criadas por Zanine em Brasília). A obra, que começou em 1975, durou quatro anos. Os troncos de aroeira sustentam a parte central, que abriga a área social. Também foram usadas braúna nas colunas e ipê no piso, teto, portas e janelas. Betty define o estilo de sua residência como uma mistura de oriental e baiano, e acredita que os que moram em uma casa construída por Zanine são pessoas preocupadas com a integração da moradia com a natureza. ‘‘Minha casa é despojada e aconchegante. Tenho a sensação que estou dentro de um ninho’’, revela a artista. As duas mesas circulares da sala de jantar foram feitas com o tronco de uma árvore doente da Amazônia. Logo na entrada, uma placa com a assinatura do arquiteto dá ao lugar status de obra de arte. ‘‘É a única casa assinada por ele’’, orgulha-se Betty.


Aprendi que a madeira tem duas vidas. A primeira, como árvore, a segunda, como mesa e cadeira, cama e armário, assoalho e vassoura, gamela e colher de pau, casa e curral, berço e caixão.

Zanine

Zanine é um caso feliz de autodidata. Sua escola foi a própria vida e a arquitetura seu caminho natural e inevitável.

Oscar Niemeyer
Maquete do edificio Sobre as Ondas - Guarujá SP

sexta-feira, 17 de julho de 2009

EXEMPLO DA RECUPERAÇÃO DE PATRIMÔNIO HISTORICO



Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte São Paulo, SP - Restaurada

A obra de restauração da Igreja Nossa Senhora da Boa Morte, na cidade de São Paulo, foi entregue a cidade de São Paulo, pelo Cardeal Arcebispo Paulista, Dom Odilo Scherer. O projeto de reforma, que custou R$ 6,5 milhões, é assinado pelo arquiteto Olympio Augusto Ribeiro e foi executado pela empresa Concrejato.

Com arquitetura do século 19, a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte possui mais de 25 ambientes. Entre eles, a torre, o salão principal, a antiga casa paroquial, uma creche e uma lanchonete. As obras de restauração, iniciadas em Outubro de 2006, incluíram desde o reforço estrutural do telhado, que tinha fungos e cupins, a troca de todas as telhas, a instalação de um novo sistema elétrico até a recomposição dos pisos.
Além disso, um conjunto da Cohab (Companhia de Habitação do Estado de São Paulo), que nunca foi concluído e ficava ao lado da igreja, foi derrubado e transformado na nova casa paroquial.

Já a fachada e todo o revestimento externo foram inteiramente refeitos com argamassa de cal, sem adição de cimento. Por ser um edifício tombado pelo governo, a restauração teve de seguir as orientações do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo).
As obras da igreja tiveram gestão cultural da FormArte e o investimento de R$ 6,5 milhões foram obtidos em parceria com os bancos Santander, Safra, Bradesco e Itaú, além do grupo Votorantim e a Sabesp (Companhia de Saneamento Básica do Estado de São Paulo).

Igreja de São Benedito, São José dos Campos , SP - À Restaurar

Um bom exemplo para São José dos Campos, onde a Igreja de São Benedito, tombada, continua necessitando de uma de um projeto e obra de restauração deste porte.

É possivel conseguir parcerias com empresas instaladas na cidade para restaurarmos nosso monumento, sem que onerassemos os cofres publicos, assim teriamos de volta este predio aberto ao publico, a Igreja de São Benedito, onde funcionou na década de 90 o museu da imprensa jossense entre outros. E poderia ter vários usos entre outros assim como a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte

segunda-feira, 13 de julho de 2009

PALMEIRAS IMPERIAIS

Avenida Dr. João Guilhermino Seculo XXI










Avenida Dr. João Guilhermino na década de 20.












Avenida Dr. João Guilhermino na década de 40